Um passo a passo para você abrir um negócio próprio

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O empreendedor é uma pessoa que busca sempre novas maneiras de ganhar dinheiro e aumentar sua renda. Dessa forma, ele consegue alternativas para suprir suas necessidades e pode encontrar uma solução mais definitiva de trabalho, abrindo um negócio que dê certo.

Mas abrir uma empresa não significa simplesmente pôr em prática uma ideia: é necessário planejar. Você precisa de capital inicial para investir, de estratégias, de metas a alcançar. Provavelmente, precisará também de um ou mais funcionários.

empreendedorismo exige dedicação e uma boa visão de negócios. Qualquer empreendimento precisa de boa administração para se desenvolver. A boa gestão é um dos pilares de uma empresa e promove seu crescimento. Neste post, vamos mostrar como abrir um negócio próprio e ter chances de fazê-lo crescer!

Por que abrir o próprio negócio?

Uma boa razão para abrir seu próprio negócio é obter uma renda extra que ajude a driblar as crises econômicas, mas também você pode abrir seu negócio pensando em fazer dele a principal fonte de renda de sua casa.

Muitas pessoas que perdem o emprego se veem na necessidade de empreender para obter os meios de sobrevivência que seu emprego proporcionava. Trata-se de uma contingência que a pessoa precisa enfrentar, principalmente se ela tiver família.

Empreender também é uma maneira de aprender mais sobre o mundo dos negócios e de ampliar suas perspectivas financeiras e de crescimento profissional. Um simples empreendimento pode proporcionar bons lucros se for bem gerenciado.

É importante abrir um negócio sobre o qual você já tenha algum conhecimento. Aventurar-se em um segmento desconhecido não convém, pois você poderá ter muitos prejuízos.

Não empreenda sem uma boa noção do que está fazendo ou simplesmente desejando imitar algum empreendedor que abriu determinado tipo de negócio e se deu bem. Para o pequeno empreendedor, qualquer perda pode ser muito significativa e restringir ainda mais suas possibilidades de sucesso.

Saiba quais são as vantagens e desvantagens de empreender no Brasil

Empreender no Brasil tem suas vantagens e desvantagens, especialmente considerando os desafios de PME — afinal de contas, uma PME tem recursos mais limitados em relação às grandes empresas, e essas limitações, se não forem bem trabalhadas pelo empreendedor, podem se tornar um grande entrave ao crescimento e à permanência do negócio no mercado.

Entre as vantagens de empreender, podemos citar: a possibilidade de fazer aquilo de que se gosta; a maior autonomia em relação ao trabalho, inclusive no que se refere ao tempo; a transmissão de valores, especialmente porque o empreendedor poderá ajudar a gerar emprego e renda para outras pessoas.

Outra vantagem quando se trata de pequenas e microempresas é a possibilidade de optar pelo regime tributário Simples Nacional, que reúne os principais tributos e permite seu pagamento por meio de uma única guia, o DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional). Por outro lado, ela não participa do regime cumulativo que permite que empresas do regime tributário Lucro Real recuperem créditos de PIS/COFINS.

As empresas menores também gozam de algumas regalias em outras áreas, como as licitações — em alguns casos, elas têm prioridade.

O governo, por meio de incentivos fiscais, favorece, seja de forma permanente, seja de forma temporária, empresas que desenvolvem certas atividades (agronegócio, educação, tecnologia), isentando-as de tributos ou reduzindo o percentual incidente.

Mas também existem desvantagens em empreender. Por exemplo, tudo vai depender do próprio empreendedor, ou seja, ele deve saber gerenciar seu negócio. Precisará contratar mão de obra especializada, que nem sempre está disponível. Também terá que negociar com os fornecedores para adquirir matéria-prima e outros insumos.

A responsabilidade de um gestor é muito grande. Ele precisa coordenar todos os trabalhos. Em uma empresa pequena, é claro que a complexidade é menor, mas os cuidados com as perdas devem ser bem maiores.

Devido a esses motivos, o empreendedor poderá passar noites maldormidas, ficar tenso e preocupado, aumentando as possibilidades de esgotamento físico e nervoso. A preocupação pode levá-lo a contrair dívidas com bancos, fazendo empréstimos para saldar outros débitos, inclusive com funcionários e fornecedores. Os próprios clientes podem representar um problema quando compram a prazo e atrasam o pagamento ou mesmo não honram seus compromissos.

Outra desvantagem é a tributação. Embora o regime do Simples Nacional amenize a carga tributária, os impostos continuam sendo um empecilho à expansão da empresa, já que “levam” parte de seus lucros. É preciso encontrar formas de pagar menos impostos sem cair na ilegalidade. O Brasil continua sendo um dos países com carga tributária mais pesada e complexa do mundo.

Ainda é uma realidade que pequenas e médias empresas conseguem crescer no Brasil sonegando impostos. Contudo, essa alternativa é bastante arriscada, considerando que os órgãos de fiscalização têm ferramentas avançadas para manter sob controle as informações fiscais e tributárias de qualquer tipo de organização.

Quem empreende deve estar consciente também de que está correndo riscos e nunca pode ficar 100% seguro de que tudo vai ser um sucesso.

Uma coisa é certa: não é uma coisa fácil crescer como empreendedor em nosso país. Hoje, já existem oportunidades que antes não existiam, mas ainda é preciso encarar as oscilações da economia e a concorrência, mantendo com o governo um relacionamento salutar para não cair nas “malhas” da Receita Federal.

Qual a documentação necessária para abrir um negócio?

Para abrir um negócio próprio, o empreendedor necessita de uma série de documentos. Essa documentação garante que a empresa foi aberta legalmente, ou seja, que está formalizada.

Dependendo do tipo de empresa, a documentação pode variar, mas vamos considerar a documentação geral que você deverá apresentar:

  • requerimento padrão em uma via (capa da junta comercial);
  • contrato social, requerimento de empresário individual ou ata de assembleia geral da constituição e estatuto em três vias (no caso de empresário individual, são necessárias quatro vias);
  • cópia autenticada do RG do titular ou de todos os sócios;
  • ficha de cadastro nacional (FCN), modelos 1 e 2, em uma via;
  • guia de recolhimento (JR) e DARF (CNE), documentos relacionados ao pagamento de taxas;
  • CNPJ;
  • inscrição municipal (registro na prefeitura onde fica estabelecida a empresa);
  • alvará de funcionamento (solicitado na prefeitura juntamente da inscrição estadual);
  • inscrição estadual (necessária para aquisição da inscrição no ICMS);
  • cadastro na Previdência Social;
  • livros fiscais (para fins de fiscalização externa e administração interna)

Quais são os passos para se abrir uma empresa?

Para abrir um negócio próprio, é preciso seguir um passo a passo, caminhar por etapas. Uma sugestão relevante é conhecer o mercado atual, especialmente o mercado local e o segmento em que você pretende trabalhar.

Faça uma análise das vantagens e desvantagens desse segmento, certifique-se de que efetivamente vale a pena investir dinheiro na área. As redes sociais podem ser importantes fontes de consulta para fazer uma pesquisa de mercado, conferindo as opiniões dos consumidores e dos próprios empreendedores.

Depois, calcule o quanto será preciso investir para começar o empreendimento. Pode ser que, com um baixo investimento, você possa dar início à sua pequena empresa, seja ela comercial, prestadora de serviços ou as duas coisas ao mesmo tempo. Depois de definir o total para investir, procure trabalhar somente com ele.

Confira o que é preciso para começar

Também deve-se resolver as questões burocráticas, que envolvem toda a documentação do tópico anterior.

O registro na junta comercial

Trata-se de um passo fundamental, pois esse registro funciona como a certidão de nascimento da empresa. Sem ele, não será possível expedir outros documentos necessários para formalizar o negócio.

Antes de dar entrada na junta comercial com um pedido de registro, informe-se se o nome com que pretende registrar a empresa está disponível.

Para obter registro na junta comercial, será necessária a maior parte da documentação (cópia de RG, contrato social, FCN, DARF e assim por diante).

A obtenção do CNPJ

Após receber o número de identificação do registro de empresa (NIRE), você deverá providenciar o CNPJ. O processo de obtenção de CNPJ acontece por meio da internet, no site da Receita Federal, mas é necessário fazer o envio de alguns documentos especificados no site por meio de SEDEX ou entregando em mãos na Secretaria da Receita Federal.

Para microempreendedores individuais, as coisas são mais simples: a emissão de CNPJ ocorre de forma automática quando o empreendedor faz o registro no Portal do Empreendedor.

As inscrições estadual e municipal

As empresas do setor de comércio, indústria e serviços de transporte intermunicipal e interestadual, de comunicação e de energia precisam se inscrever na Secretaria de Fazenda do Estado para pagamento do ICMS — Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços.

O registro na prefeitura também é necessário para pagamento do ISSQN (ou apenas ISS) — Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza.

É na prefeitura que o empreendedor obtém também a permissão para funcionar: o alvará de funcionamento.

O cadastro na Previdência Social

A empresa precisa se cadastrar no prazo máximo de trinta dias na Previdência Social para o pagamento de tributos.

Esse cadastro deve ser feito mesmo que ela não tenha funcionários.

As questões fiscais

Na prefeitura e perante o estado, também é preciso pedir autorização para a emissão de notas fiscais e para autenticar livros fiscais.

Emitir NF-es e autenticar livros fiscais são medidas fundamentais para que a empresa opere dentro da legalidade.

Entenda os tipos de empresas e suas diferenças

Para quem vai abrir um negócio próprio, também é importante conhecer os tipos de empresa que existem no Brasil.

Empresário individual

O empreendedor exerce de forma individual, em seu próprio nome, uma determinada atividade. Nesse caso, não existe sociedade. A responsabilidade do empreendedor é ilimitada e ele deve responder com seus próprios bens pelas obrigações que vier a assumir como dono da empresa.

Ele poderá efetuar atividades industriais, comerciais e prestação de serviços, menos serviços de natureza intelectual, ou seja, ele não pode ser médico, engenheiro, psicólogo, arquiteto e assim por diante. Nesses casos, o empreendedor deve atuar como autônomo ou como sócio em uma empresa constituída como Sociedade Simples.

MEI

O MEI, ou microempreendedor individual, é o empreendedor que fatura anualmente até o valor de R$ 81 mil, sendo optante do regime tributário Simples Nacional ou SIMEI. O MEI assume a tributação na forma de SIMEI em valores fixos mensais, como:

  • 5% do salário mínimo, relacionado ao INSS do empreendedor;
  • R$ 1,00 relativo ao ICMS;
  • R$ 5,00 relativos ao ISS.

O MEI não precisa de escrituração contábil e tem direito a certos privilégios da Previdência, como a aposentadoria por idade. Ele é classificado como um contribuinte individual.

EIRELI

EIRELI é a sigla para empresa individual de responsabilidade limitada. A atuação do empreendedor é individual, não existe sociedade. Sua responsabilidade, no entanto, é limitada ao valor do investimento, em dinheiro ou em bens.

O capital social deve ser, pelo menos, de 100 salários mínimos. O patrimônio particular do empreendedor é protegido por meio da separação patrimonial. Assim, fica bem claro que a EIRELI se constitui em pessoa jurídica com seu próprio patrimônio, diferente da pessoa física do empreendedor e de seu patrimônio particular.

De qualquer maneira, em certos casos (os mesmos válidos para as sociedades limitadas), o dono de uma empresa individual de responsabilidade limitada poderá responder com seu patrimônio particular para cumprir obrigações corporativas.

Sociedade Empresária

Nesse modelo de empresa, é permitida a sociedade entre duas ou mais pessoas. A responsabilidade é limitada ao capital social, ou seja, os bens pessoais dos empreendedores não corre riscos.

Em alguns casos, os sócios podem responder com recursos pessoais. São casos como sonegação fiscal, comprovação de má-fé, confusão de patrimônio, fraude contra os credores, estelionato e assim por diante.

No caso de dívidas trabalhistas, a Justiça do Trabalho costuma condenar os empreendedores que são sócios a pagar as dívidas com recursos do patrimônio particular se os recursos da empresa não forem suficientes para saldar o débito.

Esse tipo de empresa pode adotar uma das duas formas de sociedade que existem: sociedade anônima (S/A), sociedade limitada (LTDA) e outras.

Sociedade Simples

É outro tipo de empresa que permite a sociedade com um ou mais sócios. A sua responsabilidade é ilimitada, mas é possível adotar o modelo de Sociedade Simples Limitada, limitando a responsabilidade ao capital social da própria empresa.

A sociedade simples é uma pessoa jurídica que oferece serviços de natureza intelectual, ou seja, artística, literária e científica. Médicos, engenheiros, arquitetos e dentistas são exemplos de profissionais que podem optar por esse formato de empresa.

Como se planejar financeiramente para abrir uma empresa?

Você nunca vai conseguir abrir um negócio próprio se não se planejar financeiramente. Como já falamos, quanto menor for o capital social da empresa, mais riscos ela correrá. É importante aplicar somente o dinheiro disponível. Certas formas de alavancagem podem ser boas (como rendimentos de um investimento específico), mas outras podem ser mais arriscadas (como pedir empréstimos em bancos para obter capital de giro).

Logo, é fundamental definir o dinheiro que você pode investir no negócio. A partir desse total, você deve definir os principais objetivos e metas de seu negócio. O objetivo é um marco maior que a empresa deve atingir, como alcançar um faturamento X ao final de um ano. Para conseguir chegar a esse objetivo, você deve estabelecer metas que permitam que o faturamento seja efetivamente o planejado no prazo de doze meses.

As metas, na verdade, facilitam atingir os objetivos, permitindo uma evolução gradual até eles. Elas podem incluir uma equipe de profissionais bem qualificados para prestar os serviços e/ou vender produtos, capacitação pessoal para administrar com mais segurança a empresa, campanhas de marketing bem direcionadas para divulgar a organização, principalmente nas redes sociais.

Tudo envolve dinheiro. Para o empreendedor se qualificar, o mais provável é que ele precise fazer cursos, o mesmo com relação a seus colaboradores. Os cursos orientam o profissional sobre o caminho a seguir, passando conhecimentos mais específicos, que ajudem a realizar um trabalho mais produtivo para agradar o cliente.

Campanhas de marketing também envolvem gastos, ainda que marketing digital seja, na maioria das vezes, mais barato que o tradicional.

Isso significa que cada meta a se atingir exige um orçamento específico, bem calculado. As metas devem ser tão realistas quanto os objetivos, ou seja, elas devem ser viáveis, possíveis de ser alcançadas com os recursos de que a empresa dispõe.

Existem diferentes opções de empresas para você abrir um negócio próprio, como restaurantes, lojas de confecções e calçados, lojas de manutenção de celulares, livrarias/papelarias, lojas de bijuterias, bares, padarias/panificadoras e assim por diante. Cada uma tem seus próprios custos, e suas necessidades devem ser supridas adequadamente, ou seja, não podem faltar os insumos que garantem que o ciclo de produção possa continuar.

Dicas financeiras para cuidar das contas empresariais e pessoais

Vamos agora dar quatro dicas para você administrar sabiamente suas contas empresariais e pessoais.

1. Corte gastos supérfluos

Em casa ou na empresa, os gastos desnecessários representam somente ônus. Não adianta comprar produtos que não integrem o portfólio de sua empresa, nem oferecer serviços que fujam ao perfil do negócio. É melhor disponibilizar serviços mais limitados, mas bem realizados, que muita variedade deixando a desejar.

Da mesma forma que você deve fugir das dívidas com juros altos em seu orçamento pessoal, você deve evitar gastar demais em sua empresa. O estoque deve ser mantido no nível adequado. Um estoque repleto de produtos não significa lucro, pois as vendas não são garantidas.

Se você mantém um estoque com peças para consertos (como no caso de assistência técnica de celular), evite também os exageros, como acumular peças que não são mais usadas e comprar material além do que a demanda exige — isso também é gasto supérfluo.

Quanto maior seu estoque e quanto menores os itens que o compõem, maiores são as possibilidades de perdas e furtos.

2. Registre suas operações financeiras

Um bom administrador cuida de suas finanças com todo cuidado. De preferência, ele utiliza softwares para fazer o controle das operações. É fundamental registrar todo o dinheiro que entra e sai do caixa empresarial.

Vale a pena dividir as receitas e as despesas por categorias. Por exemplo, em um loja de manutenção de celulares, pode-se especificar cada pagamento recebido, associando-o ao tipo de conserto efetuado (troca de bateria de smartphone, substituição de tela de tablet, formatação de iPhone e assim por diante). Em alguns casos, o trabalho consistirá apenas no serviço prestado; em outros, será necessário substituir alguma peça por outra nova (serviço + venda).

Do mesmo modo, as despesas devem ser especificadas detalhadamente: pagamento de fornecedores, folha de pagamento dos funcionários, contas de luz e internet, carga tributária e assim por diante.

3. Fique atento às dívidas dos clientes

Tome cuidado com o financiamento de clientes. Em alguns negócios, essa preocupação é menor, pois geralmente o consumidor costuma pagar após a prestação do serviço, de forma imediata. No ramo de vendas, esse perigo é maior.

De qualquer modo, se você vende mercadorias ou presta serviços a prazo, procure manter a inadimplência sob controle, para evitar grandes perdas. Às vezes, é melhor dar um desconto e receber à vista que parcelar um valor mais alto e correr o risco de perdas parciais ou totais.

4. Não misture contas

Não retire dinheiro da empresa para cobrir gastos pessoais e também não coloque dinheiro pessoal para assumir despesas do negócio, a não ser que seja realmente necessário.

A empresa precisa sobreviver com seus próprios recursos, caso contrário, não valerá a pena. A retirada de dinheiro do caixa para dívidas pessoais, por outro lado, tende a onerar a empresa e causar os grandes “rombos” em médio e longo prazo.

É preciso separar sua remuneração como separa o salário de seus funcionários. O restante do dinheiro deve ser usado apenas para manutenção do negócio.

Como crescer com a empresa?

Para encerrar este post, daremos dicas simples de como crescer com sua empresa:

  • para abrir um negócio próprio, defina o modelo de empresa e sua viabilidade;
  • detalhe o seu planejamento financeiro e estratégico;
  • conheça seu público-alvo, o perfil de seus clientes;
  • procure diferenciais para aumentar seu potencial competitivo;
  • divulgue seus produtos e serviços;
  • mantenha controle sobre o fluxo de caixa;
  • capacite-se mais como gestor e capacite sua equipe;
  • seja realista e promova o crescimento de sua empresa de acordo com as limitações financeiras dela (evite empréstimos bancários recorrentes ou muitas aquisições de equipamentos a prazo).

Você pode abrir um negócio próprio, mas precisa se planejar financeiramente, traçar estratégias realistas e acompanhar sempre as tendências do mercado. É importante conhecer e agradar o público-alvo, bem como sempre se atualizar, reciclando seus conhecimentos e os de seus colaboradores.

E então, este material o ajudou a refletir melhor sobre como abrir sua empresa? Se você estiver pensando em um modelo de negócio, aproveite para entender como abrir sua assistência técnica domiciliar!

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